Segundo a Polícia Civil, jovem de 19 anos confessou ter atacado Farisson Ferreira da Silva, de 35 anos, com um extintor enquanto ele dormia; corpo foi deixado em uma área rural.
Um funcionário de 19 anos confessou à Polícia Civil ter matado o próprio patrão após uma discussão envolvendo o desaparecimento de R$ 1,2 mil, em Mato Grosso. A vítima, Farisson Ferreira da Silva, de 35 anos, foi encontrada morta às margens da MT-423, entre os municípios de Cláudia e Sinop.
O suspeito foi identificado como João Rodolfo Elias Costa, que trabalhava para Farisson. Segundo a investigação, ele foi preso após ser apontado como responsável pelo crime.
De acordo com a Polícia Civil, o funcionário teria atacado o patrão com um extintor de incêndio enquanto ele dormia. A suspeita é de que o crime tenha ocorrido depois de uma discussão entre os dois.
Discussão por dinheiro teria antecedido o crime
Conforme o delegado responsável pelo caso, Bráulio Junqueira, Farisson e João Rodolfo eram moradores de Cláudia e estavam em Sinop para realizar um serviço em uma empresa.
Os dois estavam hospedados no mesmo alojamento quando, segundo a investigação, Farisson percebeu que havia desaparecido uma quantia de R$ 1,2 mil.
A polícia afirma que o empresário teria acusado o funcionário de ter roubado o dinheiro. Após a discussão, o jovem teria cometido o homicídio.

Corpo foi colocado em veículo e levado para área rural
Ainda segundo a Polícia Civil, João Rodolfo relatou que, depois de atacar Farisson, colocou o corpo da vítima em um veículo e o levou até uma área rural.
Farisson foi posteriormente encontrado morto às margens da MT-423, trecho entre Cláudia e Sinop.
A investigação também busca esclarecer todos os detalhes da dinâmica do crime e as circunstâncias que levaram à morte.
Polícia Civil continua investigação
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) continua investigando o caso.
O suspeito permanece preso e, até a publicação desta matéria, a defesa de João Rodolfo não havia sido localizada.
As informações sobre a confissão e a possível motivação são atribuídas à Polícia Civil e fazem parte da investigação em andamento.











