Industrias retomaram as atividades na última segunda-feira (11), com horários alternativos e seguindo algumas recomendações. No entanto, a Fiemt encaminhou um ofício à prefeitura pedindo a flexibilização das medias.

O prefeito Emanuel Pinheiro assinou um novo decreto que determina medidas de biossegurança para o funcionamento das indústrias de Cuiabá. O documento, assinado nessa terça-feira (12), é complementar ao decreto nº 7.886 de 20 de abril, que dispõe sobre a retomada gradativa das atividades econômicas na capital.

O setor industrial retomou as atividades na última segunda-feira (11), com horários alternativos e seguindo algumas recomendações. Conforme o decreto do dia 20 de abril, o setor voltou a funcionar durante três dias na semana, das 6h às 16h, com turnos máximos de 10 horas e mediante revezamento de equipes em dois períodos distintos de trabalho.

No entanto, a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) encaminhou um ofício à prefeitura para que as medidas fossem flexibilizadas.

A justificativa é que muitas rotinas de trabalho são de 24 horas diárias e algumas máquinas precisam de mais de 3 horas para conseguir esquentar e começar a funcionar.

Após análise da proposta, o prefeito determinou a jornada máxima de trabalho de 30h semanais, mediante revezamento de equipes em turnos, observando o horário de funcionamento das 5h30 às 17h30.

O prefeito disse ainda que, após a aplicação do decreto, será feito um trabalho de monitoramento, por 15 dias, para que, ao final, sejam promovidos os ajustes necessários.

De acordo com a prefeitura, foi assinado um Termo de Compromisso de Cooperação com medidas de biossegurança a serem seguidas pelos estabelecimentos. O documento foi formalizado entre o município e entidades representativas do setor produtivo, com o objetivo de inibir a propagação do novo coronavírus.

Entres os procedimentos básicos estão o controle de acesso ao público, disponibilização de álcool em gel 70% e uso de máscaras pelos funcionários e consumidores. Além disso, somente é permitida a lotação máxima de 50% da capacidade normal do ambiente e é obrigatória a realização de higienização contínua em todos os equipamentos utilizados para o atendimento.

Fonte | G1  

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