Padrasto é preso suspeito de abusar sexualmente de enteada autista de 13 anos em Cuiabá



Homem de 45 anos teve prisão preventiva decretada pela Justiça após investigação da Polícia Civil; suspeita é de que abusos tenham ocorrido em diferentes ocasiões

Um homem de 45 anos foi preso pela Polícia Civil nesta segunda-feira (14), em Cuiabá, suspeito de abusar sexualmente da própria enteada, uma adolescente de 13 anos, que é autista.

A prisão preventiva foi cumprida por policiais da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica). O investigado é suspeito do crime de estupro de vulnerável.

Mãe procurou a Polícia Civil após relatos da adolescente

As investigações começaram depois que a mãe da vítima procurou a Polícia Civil ao tomar conhecimento de relatos feitos pela adolescente que indicavam possíveis abusos praticados pelo padrasto.

Segundo a investigação, os episódios teriam ocorrido em diferentes ocasiões, aproveitando-se da relação de convivência e confiança existente entre o suspeito e a adolescente.

Durante a apuração, a vítima foi atendida pela equipe especializada da Deddica, seguindo os protocolos destinados à proteção de crianças e adolescentes.

Os elementos reunidos inicialmente durante a investigação deram suporte ao aprofundamento do caso e à representação pela prisão preventiva do suspeito.

Justiça decretou prisão preventiva

Diante das evidências obtidas durante a investigação, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado.

O pedido foi deferido pela Justiça e cumprido pelos policiais da Deddica nesta segunda-feira (14).

Após a prisão, o homem foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais e posteriormente ficou à disposição da Justiça.

Investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil

O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, unidade responsável pela apuração de crimes praticados contra crianças e adolescentes.

Por se tratar de uma vítima menor de idade, a identidade da adolescente é preservada.

Importante: o homem é investigado e, até o momento, responde às acusações sem condenação definitiva pela Justiça.

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