Rondonópolis vive um momento histórico de transformação econômica. O prefeito Cláudio Ferreira recebeu nesta sexta-feira (24) o fundador da Inpasa, José Odvar Lopes, para acompanhar de perto o avanço das obras da maior biorrefinaria de etanol de milho da região.
Logo após o encontro no gabinete, a comitiva seguiu para o canteiro de obras, localizado às margens da BR-163, em frente ao terminal intermodal — uma área estratégica que deve impulsionar ainda mais o desenvolvimento logístico e industrial da cidade.
Obras em ritmo acelerado
Com apenas quatro meses desde o lançamento, a obra já avança em ritmo intenso, com atividades em 100% da planta industrial. Segundo o empresário José Lopes, estruturas fundamentais já estão sendo erguidas, incluindo os pilares que darão suporte ao sistema de produção.
A grandiosidade do projeto impressiona:
- Capacidade de processar 2 milhões de toneladas de grãos por ano
- Produção estimada de 1 bilhão de litros de etanol
- 490 mil toneladas de DDGS (nutrição animal)
- 47 mil toneladas de óleo vegetal
- Geração de energia elétrica própria
Investimento bilionário e geração de empregos
O investimento total gira em torno de R$ 2,7 bilhões, consolidando-se como um dos maiores aportes privados já realizados em Rondonópolis.
A expectativa é que a planta fique pronta em até 14 meses, gerando cerca de 400 empregos diretos permanentes, além de milhares de vagas indiretas durante a construção e operação.
Novo ciclo econômico em Rondonópolis
Durante a visita, o prefeito destacou que o município está deixando de depender exclusivamente do agronegócio tradicional para avançar na industrialização.
“Estamos vivendo um novo momento. Não somos apenas produtores de matéria-prima, agora vamos transformar isso aqui dentro, gerando mais valor, empregos e riqueza para a nossa população”, afirmou Cláudio Ferreira.
Da produção ao valor agregado
A instalação da Inpasa representa um passo decisivo na verticalização do agronegócio local, agregando valor ao milho produzido na região e fortalecendo a cadeia produtiva.
Além disso, o projeto posiciona Rondonópolis como um dos principais polos de bioenergia do Brasil.
Por que essa obra pode mudar tudo?
- Fortalece a agroindústria
- Gera empregos e renda
- Atrai novos investidores
- Impulsiona o setor logístico
- Coloca Rondonópolis no mapa da bioenergia nacional








