Mãe e filha são presas por estelionato em Várzea Grande após golpe de R$ 30 mil na compra de veículo

Mãe e filha são presas por estelionato em Várzea Grande após golpe de R$ 30 mil na compra de veículo
Tempo de Leitura: 2 minutos

25 de março de 2026 | 15h27
Por Redação Giro MT

Dupla foi presa em flagrante pela Polícia Civil de Mato Grosso durante operação da Delegacia Especializada de Estelionato

Uma mãe e uma filha, de 44 e 19 anos, foram presas em flagrante pela Polícia Civil de Mato Grosso, na terça-feira (24), no município de Várzea Grande, suspeitas de envolvimento nos crimes de estelionato e associação criminosa.

A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande (DEEVG), após investigação iniciada a partir da denúncia de uma vítima que caiu em um golpe durante a tentativa de compra de um veículo anunciado em aplicativo de vendas.


Golpe do falso anúncio de veículo

De acordo com a Polícia Civil, a vítima, moradora de Várzea Grande, foi induzida ao erro ao negociar a compra de um carro pela internet. Convencida da veracidade do anúncio, ela realizou uma transferência bancária no valor de R$ 30 mil para uma conta em nome da suspeita de 44 anos.

Após o registro da ocorrência, os investigadores conseguiram identificar e localizar a titular da conta utilizada na fraude.


Esquema envolvia uso de contas bancárias

Durante a abordagem, a mulher afirmou que teria cedido sua conta bancária a terceiros — prática comum em crimes de estelionato digital, conhecida como “conta laranja”.

Ela revelou ainda que a intermediação da negociação foi feita pela própria filha, de 19 anos, que participa de grupos de WhatsApp utilizados para captar contas bancárias destinadas a fraudes.


Prisão em flagrante e investigação em andamento

Diante das evidências, mãe e filha foram encaminhadas à Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, onde foram interrogadas e autuadas pelo delegado responsável pelo caso.

Após os procedimentos, as suspeitas foram colocadas à disposição da Justiça. A Polícia Civil também solicitou a conversão das prisões em flagrante para preventivas, considerando a gravidade do crime e o risco de continuidade das práticas criminosas.


Polícia investiga participação de grupo criminoso

Segundo o delegado responsável pelas investigações, há indícios de que outras pessoas estejam envolvidas no esquema, incluindo pelo menos mais dois suspeitos.

“As investigações seguem em andamento, pois há sinais de atuação de um grupo criminoso estruturado, especializado em fraudes eletrônicas”, destacou a autoridade policial.

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