Cumprindo um compromisso de proporcionar um transporte público coletivo de qualidade, a prefeitura de Rondonópolis, inovou municipalizando o serviço e oferecendo uma frota nova, com ar-condicionado, internet e as melhores condições de conforto no transporte coletivo à sua população. Para isso tem subvencionado a Autarquia Municipal de Transporte Coletivo de Rondonópolis (AMTCR), o que tem garantido o congelamento das passagens desde 2019, sem nenhum tipo de aumento para o trabalhador.

Infelizmente em muitas cidades Brasil à fora, o custo do transporte coletivo onera em muito os já parcos rendimentos dos trabalhadores, impactando fortemente na receita familiar. Na contramão de tudo, a gestão municipal, com um olhar social mais atento à situação financeira dos trabalhadores, tem feito fortes e importantes investimentos no setor.

Uma das ações mais ousadas foi o projeto de municipalização do serviço, que infelizmente há vários anos padecia de uma inovação, tendo a municipalidade tentado por, pelo menos cinco vezes, licitar a concessão pública dos serviços de transporte coletivo, sem no entanto, conseguir sucesso, já que todas as tentativas deram desertas (sem nenhuma empresa interessada).

Uma cidade como Rondonópolis, que conta atualmente com cerca de 250 mil habitantes incluindo ai a população flutuante circunvizinha, necessita de um transporte coletivo municipal eficiente e de qualidade. E isso, as pesquisas de opinião pública já demonstram que a gestão está acertando. Na verdade ela garante o retorno de parte dos impostos que a população paga ao poder público sendo entregue na forma de serviço público de qualidade.

Todavia para que os serviços continuem com o padrão de qualidade e eficiência que a população merece, é preciso continuar e até ampliar os investimentos já que esse é um serviço público essencial e que garante qualidade de vida e cidadania à população local.

Ressaltando que o preço da passagem do transporte coletivo local não sofre alteração desde 2019 e hoje (06/11), está entre um dos mais baratos do Brasil. Na capital Cuiabá por exemplo, a passagem do transporte coletivo está em torno de R$ 4,95 enquanto em Rondonópolis o preço está em R$ 4,10.

Um outro exemplo a ser citado, diz respeito à cidade de Barra do Garças (MT) onde desde maio de 2022 a passagem do transporte coletivo está em torno de R$ 6,00.

Então oferecer um transporte público coletivo de qualidade, tem sido uma luta ferrenha da gestão, que assumiu o risco e municipalizou o segmento, transformando sobremaneira a realidade do trabalhador, que passou a dispor de mais conforto e segurança com uma frota toda nova e com preços acessíveis à sua disposição todos os dias

Lembrando que cumprindo a sua função social, a prefeitura via autarquia de transporte coletivo local, ainda oferece transporte gratuito em ocasiões importantes, como eleições municipais, e concursos públicos como Enem, entre outros. E isso, graças às subvenções municipais.

Oferecer transporte público coletivo de qualidade, segundo a constituição federal é uma obrigação do poder executivo. Mas é também uma responsabilidade de todos os poderes constituídos. Até porque, cada um cumprindo o seu papel, as coisas funcionam bem e todos saem ganhando.

Todavia, o que muita gente desconhece, é que para oferecer um serviço de qualidade, não basta apenas investir numa frota nova. É preciso toda uma infraestrutura para manutenção e reparos, prevenção, qualificação de mão de obra (motoristas, servidores, técnicos e administrativos) e ainda uma série de custos operacionais que somados aos investimentos básicos de funcionamento, acabam necessitando de aportes de recursos (investimentos) ou subsídios que garantam o seu funcionamento, uma vez que o poder público, ao contrário da iniciativa privada, não visa lucro! O lucro do poder público é a satisfação da população.

Os próprios trabalhadores reconhecem os avanços significativos que a mudança da municipalização proporcionou, e hoje os passageiros se utilizam de veículos novos, confortáveis e seguros, muito diferentes da frota anterior da iniciativa privada, que era antiga, obsoleta e os veículos sem a manutenção correta.

Via | Ailton Lima Foto | Divulgação

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