• Controle da ingesta hídrica (horários e volumes);
• Programar horários para micções a cada 2-3 horas;
• Instituir fisioterapia para fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico e esfincteriana;
• Tratar infecções urinárias e vaginais;
• Melhora das condições do epitélio vaginal, com reposição hormonal, caso não tenha contraindicação ginecológica;
• Controle de doenças associadas (Neurológicas, Diabetes, Hipertensão, entre outras);
• Uso de medicações específicas: existem várias medicações de via oral e a toxina botulínica (Botox) para injeção intravesical em ambiente hospitalar;
• Tratamento Cirúrgico: existem várias técnicas, desde minimamente invasivas até a correção, dos defeitos anatômicos encontrados (“bexiga caída”);
• Neuroestimuladores, aparelho (implantado cirurgicamente) que estimula nervos próximos à coluna, através de impulsos elétricos e que tem o objetivo de controlar a bexiga.











