A população de Rondonópolis pode ficar tranquila quanto ao consumo da água que é ofertada no município. É que de acordo com o Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), do Ministério da Saúde, todas as substâncias encontradas na água estão dentro do limite de segurança para o consumo.

O último levantamento feito pelo Sisagua aponta que, em Rondonópolis, entre os anos de 2018 e 2020 as substâncias detectadas no líquido estavam dentro do limite de segurança em saúde conforme o Mapa da Água, divulgado pelo Repórter Brasil, que aponta a qualidade da água de diversos municípios do Brasil. Os dados que compõem o mapa são resultados de testes feitos pelas empresas e instituições responsáveis pelo abastecimento.

No caso de Rondonópolis os testes são feitos pelo Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear) responsável por todo o sistema de distribuição de água potável, desde a captação até a chegada nas torneiras das casas dos rondonopolitanos.

O prefeito José Carlos do Pátio comentou que o município tem investido em saneamento básico e que o bom resultado desse levantamento é fruto das ações executadas pela atual gestão. Conforme o prefeito, Rondonópolis conta hoje com 100% de água tratada e 95% de esgoto coletado sendo que todo esse volume é tratado antes de ser devolvido a natureza. Sobre resíduos sólidos, 99,95% das residências são cobertas pela coleta e em cerca de 80 bairros é feita a coleta seletiva. Quatro Ecopontos atendem o descarte ambientalmente correto de resíduos.

O Mapa da Água aponta que a água tratada pode carregar agrotóxicos e outras substâncias químicas e radioativas que são perigosas para a saúde quando acima dos limites fixados pelo Ministério da Saúde. O levantamento revela onde ocorreu esse tipo de contaminação. Foram encontradas acima do limite em um de cada quatro municípios que fizeram os testes. Entre eles estão São Paulo (13 testes acima do limite), Florianópolis (26) e Guarulhos (11).

Dados inéditos levantados pela Repórter Brasil mostram que os riscos oferecidos pela água saiu da torneira de 763 cidades entre 2018 e 2020. O Ministério da Saúde determina limites considerados seguros para cada um dos subprodutos monitorados na água, a fim de evitar o aparecimento de doenças na população. As instituições responsáveis pelo abastecimento devem realizar os testes para verificar a presença dessas substâncias e a sua concentração na água de 2 a 4 vezes por ano.

Via | Assessoria   Foto | Rafael Vicentini
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