Horas após ser presa pela segunda vez na Praça Popular, na noite de quarta-feira (13), em Cuiabá, a jornalista Nildes de Souza, 37, se envolveu em outra confusão. Dessa vez, vídeo que circula nas redes sociais a mostra correndo atrás de algumas pessoas em um bar, que segundo o homem que filma, é no Zero Km, em Várzea Grande.

“Tá tendo rolo aqui gurizada, sabe quem tá brigando mais uma vez? A mulher que vai presa por polícia, ela fazendo rolo de novo aqui no Zero, ela é boa guri. Ela chega e acaba com a festa. Ow, essa mulher é rolo mesmo guri, Deus a livre, essa mulher é problema”, narra o cinegrafista dando gargalhadas.

Já em uma segunda filmagem, dentro do bar, é possível ver ela brigando com um homem. Ela avança no rosto dele, que tenta reagir, mas é alertado por quem tá do lado. “Ela bate em polícia e bate em bandido também”. Não contente, a mulher ainda pega uma cadeira para tentar jogar no homem, mas é contida.

No vídeo, Nildes aparece com a mesma roupa flagrada na noite de quarta, em um bar da Praça Popular, onde foi detida. Presa na madrugada de terça-feira (12), ela passou por audiência de custódia e foi solta com tornozeleira. Uma das determinações judiciais era para que ela não chegasse perto de bares e que frequentasse reuniões do AA.

Ela foi levada para a delegacia por descumprir as medidas cautelares e depois de ser autuada mais uma vez e liberada na sequência, deu entrevista à imprensa que logo chegou no local. Mas, horas depois, ela já foi vista andando pela região da avenida Getúlio Vargas, 24 de outubro e na esquina da Praça Popular.

Decisão em audiência de custódia

Juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, da 11ª Vara Especializada de Justiça Militar e Custódia da Comarca da Capital afirma em sua decisão que Nildes sofre com transtornos bipolar e com alcoolismo.

Foi liberada após pagar fiança de R$ 1.100 e monitorada com tornozeleira. Foi determinado ainda que ela deve se recolher das 22h e 6h.

“Concedo liberdade provisória à custodia da Nildes de Souza, mediante o pagamento de FIANÇA, que mantenho em 01 salário mínimo, em razão das alegações da custodiada de que possui emprego fixo, imóveis e renda de alugueis”, diz o ato.

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