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Engenheiros avaliam danos causados em ponte que liga dois municípios de Mato Grosso incendiada por manifestantes durante bloqueio

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A PRF informou que o trânsito no local segue no sistema ‘Pare e Siga’ até que a vistoria seja concluída. O trecho interditado pelos manifestantes foi encerrado após a chegada da polícia.

Uma equipe de engenheiros da concessionária que administra trechos da BR-163, em Mato Grosso, realizam uma vistoria técnica na ponte Rio Verde, divisa entre Lucas do Rio Verde e Sorriso, no norte do estado, após manifestantes atearem fogo na estrutura durante bloqueio realizado nesse domingo (8).

O superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF-MT), Francisco Élcio Lucena, informou que o trânsito no local segue no sistema ‘Pare e Siga’ nesta segunda-feira (9), até que a vistoria seja concluída.

“Estamos com uma equipe de engenheiros e outros profissionais que prestam esse serviço para fazer uma avaliação técnica e precisa com o objetivo de trazer mais segurança para o local”, disse.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP) informou que todos os bloqueios foram liberados entre a noite desse domingo e a manhã desta segunda-feira, em Guarantã do Norte, Matupá, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum.

Os trabalhos foram realizados pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal.

Golpistas fecharam a BR-163 em Nova Mutum (MT). — Foto: Reprodução

Golpistas fecharam a BR-163 em Nova Mutum (MT). — Foto: Reprodução

Ao menos quatro bloqueios foram registrados na BR-163, em Mato Grosso, nesse domingo (8). No entanto, após a decisão de Alexandre de Moraes, uma operação foi montada para desmobilizar os bloqueios.

Segundo a PRF, todos os pontos de interdição no estado foram desbloqueados na manhã desta segunda-feira.

Os golpistas envolvidos nos bloqueiso são contrários ao resultado da eleição presidencial e fecharam os trechos, após os atos terroristas cometidos por bolsonaristas em Brasília. Eles invadiram e destruíram o Congresso Nacional, o Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Via | G1   Fotos | Reprodução
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