Tecnologia é aliada para as escolas e reduz em até 75% a aglomeração na entrada e saída

Um estudo do ModCovid19 realizado por um grupo de pesquisadores brasileiros apontou que o risco de infecção por coronavírus nas escolas pode aumentar em até 1.141%, caso não sejam cumpridos protocolos rígidos de segurança na volta às aulas presenciais. Segundo a pesquisa, medidas como uso correto de máscaras, monitoramento de casos, e alternação de turmas (rodízio de alunos) reduzem para 10% a taxa de transmissão do vírus.

Neste contexto, a tecnologia pode ser uma aliada para a retomada mais segura das aulas presenciais. A School Guardian, ferramenta de gestão escolar que organiza e torna mais seguras a entrada e saída de alunos nas escolas, reduz em até 75% a aglomeração. Durante a pandemia, a ferramenta ampliou suas funcionalidades que ajudam as escolas na retomada mais segura das atividades presenciais.

Uma das estratégias adotadas foi a criação da autodeclaração de sintomas de Covid-19. Funciona dessa maneira: antes de levar o aluno para a escola, pais ou responsáveis acessam o aplicativo e respondem a algumas questões importantes para identificar o estado de saúde das crianças, como se apresentam febre ou outros sintomas da doença. Desta forma, a escola consegue se antecipar e tomar as medidas de segurança indicadas pelas autoridades de saúde. Funcionários das instituições de ensino também utilizam a ferramenta, que já impediu que pessoas com a COVID-19 fossem à escola.

Seguindo os protocolos de algumas cidades, o aplicativo também conta com um sistema de gestão de rodízio dos estudantes. Desta forma, as escolas conseguem ter uma agenda sobre qual aluno irá participar das aulas no dia. “Ao utilizar os recursos da ferramenta, a escola consegue se antecipar e tomar as medidas de segurança corretas, evitando aglomerações e ajudando a conter a transmissão para outros alunos e colaboradores”, comenta Leo Gmeiner, CEO da School Guardian.

Outra funcionalidade é o certificado de vacinação dos professores, funcionários e alunos, que pode ser registrado no aplicativo, com o fim de contribuir para o mapeamento e disponibilização dessas informações. A mesma funcionalidade poderá ser utilizada para registrar a vacinação de alunos, quando isso acontecer. “Todo esse conteúdo sobre a COVID-19 pode ser enviado aos órgãos governamentais, se necessário, com muita facilidade”, complementa Gmeiner.

Atualmente, a edtech atende mais de 380 escolas em todo o país, distribuídas por mais de 20 estados, além de já ter atravessado fronteiras: há usuários no Uruguai, Paraguai, Canadá, EUA e Nigéria. Mais de 200 mil alunos, pais ou responsáveis utilizam o aplicativo, disponível para Android e iOS.

School Guardian: pioneiro no mundo, o aplicativo foi idealizado e desenvolvido em 2013 por Leo Gmeiner. Ele identificou um método que permite reduzir o tempo investido na rotina diária de levar e buscar as crianças na escola, ajudando a organizar os fluxos de transporte, entrada e saída de alunos. Fator ainda mais importante é a possibilidade de aumentar a segurança para alunos e pais nesses momentos. O aplicativo é comercializado para as instituições de ensino.

Via | Assessoria
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