O homem acusado de disparar acidentalmente uma arma de pressão, em uma residência localizada na rua Bandeirantes, no bairro Bela Vista, na noite de sábado (9), contra sua esposa, Angélica Aparecida Gaio, 30 anos, que não resistiu aos ferimentos e morreu, pagou fiança de R$ 1,1 mil e está em liberdade, enquanto o inquérito policial estiver sendo elaborado.

“O que podemos adiantar é que foi uma fatalidade, um acidente. Ele, durante três vezes para o chão puxou o gatilho afim de disparar essa carabina de pressão, não saiu o projétil. Num quarto disparo com a arma levantada acabou por sair o chumbinho e atingiu o rosto da sua companheira, que infelizmente morreu. Autoridade policial reconhecendo que foi uma fatalidade, acabou por arbitral fiança e ele ganhou liberdade. Essa é uma fase pré-processual, poderá haver ou não, denúncia por parte do Ministério Público”, disse o advogado de defesa Mathis Haley.

Conforme Só Notícias já informou, o acusado explicou aos policiais que trabalha como marceneiro e tinha ido até a residência para prestar um serviço. No local, encontrou a espingarda de pressão e começou a manuseá-la. A arma pertence ao proprietário da casa, que estava tomando banho no momento do disparo. Os dois socorreram Angélica e a encaminharam para o hospital.

“Ele (o marido) já estava no hospital quando chegamos e sabia da morte da mulher. Estava bastante abalado, chorando bastante. Bem angustiado com a situação”, explicou o sargento Almeida, da Polícia Militar. O policial detalhou ainda que o marido da vítima foi encaminhado para a delegacia. Já o dono da arma será apenas testemunha do caso, já que as armas de ar comprimido não exigem registro.

Via | Só Notícias

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