• O Vamos Aprender foi desenvolvido pela Undime e Consed, com apoio da Fundação Lemann, Fundação Roberto Marinho, CIEB e Unesco, e possui conteúdo de várias instituições de aprendizagem não presencial, como Futura, Khan Academy, MultiRio e TV Escola;

• Com apoio da REDEVIDA, o material audiovisual educativo estará disponível na televisão em 01/10 para alunos de todas as etapas da educação básica de 395 cidades brasileiras, ao todo, das quais seis estão no estado de Mato Grosso;

• Barra do Garças, Cuiabá, Guiratinga, Rondonópolis, Sinop e Sorriso poderão acompanhar as transmissões pela TV Aberta;

• O conteúdo pedagógico segue a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

28 de setembro de 2020 – Para mitigar os impactos da pandemia na educação pública e oferecer alternativas de aprendizagem não presencial aos estudantes das redes de ensino, o projeto Vamos Aprender e o canal REDEVIDA firmaram uma parceria que irá levar conteúdo pedagógico pela televisão a centenas de crianças de seis municípios do estado de Mato Grosso. O conteúdo pedagógico é voltado para alunos de todas as etapas da educação básica e estará disponível a partir de 01 de outubro de 2020 pelos canais digitais da REDEVIDA em Mato Grosso. Poderão acompanhar a programação: Barra do Garças, Cuiabá, Guiratinga, Rondonópolis, Sinop e Sorriso.

O projeto conta com 320 programas pedagógicos, como vídeos interativos, com conteúdo didático e exercícios, textos e orientações.

O Vamos Aprender é uma iniciativa da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), com apoio da Fundação Lemann, da Fundação Roberto Marinho, do CIEB (Centro de Inovação para a Educação Brasileira) e da Unesco. O projeto disponibiliza, gratuitamente, programas para serem exibidos aos estudantes de todas as etapas da educação básica: Educação Infantil, anos iniciais e finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, de todas as áreas de conhecimento. O conteúdo é fruto de uma parceria com várias instituições, como Canal Futura, Khan Academy, MultiRio, entre outras, que disponibilizaram gratuitamente seus materiais pedagógicos.

O diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, destaca a importância de oferecer alternativas de ensino não presencial na pandemia: “É um importante passo para que o ensino alcance todos os estudantes, como aqueles que não têm acesso à internet”, diz.

Para o CEO da REDEVIDA, Monteiro Neto, “através dessa iniciativa, vamos cumprir um importante papel social, de levar educação a todo o Brasil de forma gratuita através da televisão, este veículo tão querido de todas as famílias”.

Como o conteúdo será transmitido

Em razão da pandemia, a REDEVIDA optou por usar o recurso digital da multiprogramação, que permite a um mesmo canal transmitir programações simultâneas em até quatro faixas. Os canais estarão a serviço da REDEVIDA EDUCAÇÃO, com programação que incluirá o conteúdo de aprendizagem não presencial do Vamos Aprender.

A transmissão será de segunda a sexta-feira, no período da manhã (07h30 às 10h30 e 11h00 às 12h15) e da tarde (14h00 às 18h30). Aos sábados e domingos, o conteúdo irá ao ar de manhã, à tarde e à noite, com horários diversos. A grade de programação completa pode ser acessada no site da REDEVIDA Educação http://www.redevidaeducacao.com.br/ .

*para acessar todos os canais digitais da REDEVIDA: http://www.redevidaeducacao.com.br/comoassistir

Sobre a Fundação Lemann

A Fundação Lemann tem como compromisso o Brasil e sua gente. Acredita que as pessoas são o bem mais valioso do país e que, para alcançar um salto de desenvolvimento com equidade e qualidade, é preciso garantir um sistema educacional coerente e focado na garantia da aprendizagem. Entende como igualmente relevante o reconhecimento, apoio e desenvolvimento de lideranças comprometidas com a resolução dos grandes desafios sociais existentes. Para isso, investe em iniciativas de larga escala e trabalha em parceria com governos e outras entidades da sociedade civil, apoiando iniciativas de impacto na aprendizagem de todos os alunos, além de investir na atração, conexão e desenvolvimento profissional dessas lideranças. Fundada em 2002, é uma organização familiar, independente e sem fins lucrativos.

Sobre a Fundação Roberto Marinho

A Fundação Roberto Marinho inova, há 40 anos, em soluções de educação para não deixar ninguém para trás. Desenvolve projetos voltados para a escolaridade básica e para a solução de problemas educacionais que impactam nas avaliações nacionais, como distorção idade-série, evasão escolar e defasagem na aprendizagem. Atua em soluções de educação, com foco em correção de fluxo e projeto complementar, e na inclusão de jovens no mundo do trabalho. Seus projetos atuam de forma integrada a diversas outras ações relacionadas às 10 competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), visando contribuir para uma sociedade mais ética, inclusiva, sustentável e solidária. Mais informações em: www.frm.org.br.

Sobre o CIEB

O Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB) é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que apoia as redes públicas de ensino básico a realizar uma transformação sistêmica nos processos de aprendizagem, gerando mais qualidade para a educação, por meio do uso eficaz das tecnologias digitais. Desenvolvemos conceitos e ferramentas para gestores públicos, promovemos atividades de formação e oferecemos apoio técnico a estados e municípios. http://www.cieb.net.br

Sobre a UNESCO no Brasil

A Representação da UNESCO no Brasil, localizada em Brasília (DF), é um escritório nacional da região da América Latina, que, oficialmente, iniciou seu trabalho no país em 19 de junho de 1964. Seu principal objetivo é auxiliar a formulação e a operacionalização de políticas públicas em sintonia com as estratégias acordadas entre os Estados-membros da UNESCO. A atuação da UNESCO ocorre por intermédio de projetos de cooperação técnica em parceria com diversas instâncias governamentais e com setores da sociedade civil, na medida em que seus propósitos venham a contribuir para as políticas públicas que estejam alinhadas com o desenvolvimento sustentável.
Fonte | Assessoria
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