O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou, nesta terça-feira (01), que o auxílio emergencial será de R$ 300 por mais quatro meses.

O valor do benefício, criado para minimizar a crise social acentuada pela pandemia do novo coronavírus, foi anunciado pelo presidente após reunião com ministros e aliados no Alvorada.

Antes de confirmar os R$ 300 reais, Bolsonaro voltou a dizer que R$ 600 reais é “muito para quem paga”, em referência ao custo que o benefício tem para os cofres públicos.

“Agora resolvemos prorrogá-lo [auxílio emergencial] por medida provisória até o final do ano. O valor definido agora há pouco é um pouco superior a 50% do Bolsa Família. R$ 300 reais”, disse o presidente ao lado de Paulo Guedes, ministro da Economia.

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O auxílio, criado em abril, seria, inicialmente, pago em três parcelas de R$ 600, e iria até julho. Posteriormente, como o Brasil seguiu sofrendo com a pandemia, o benefício foi prorrogado por mais duas parcelas de R$ 600 reais.

A confirmação da prorrogação por mais quatro meses vem depois de uma longa negociação entre a ala política e econômica da gestão Bolsonaro.

Apesar do tom otimista do presidente e seus aliados, a confirmação do novo valor do auxílio ocorre logo depois do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre de 2020 e revisou números do primeiro.

O levantamento mostrou que a economia brasileira voltou à recessão graças à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. No segundo trimestre, em comparação com o primeiro, o tombo do PIB foi de 9,7%. Já nos primeiros três meses do ano, a queda foi de 2,5%, e não 1,5% como havia sido divulgado anteriormente pelo IBGE. Com dois trimestres seguidos de queda, a economia entra oficialmente em recessão.

Fonte | Yahoo Notícias

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