Menino passou cinco dias internado na UTI pediátrica do hospital referência em atendimento de Covid-19.

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Um bebê de 3 meses de vida morreu com Covid-19, nessa quinta-feira (30), no antigo Pronto Socorro de Cuiabá, que atualmente é a unidade de referência no atendimento a pacientes com a doença, na capital. Ele não tinha nenhuma comorbidade.

O menino que passou cinco dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do hospital foi uma das 15 pessoas mortas pela doença em Cuiabá, nessa quinta-feira.

Ao todo, em Cuiabá, já são 532 mortes pelo novo coronavírus e 1.794 em Mato Grosso, de acordo com dados divulgados pelas secretarias de Saúde do município e do estado.

Entre os mortos na capital também estão duas pessoas de 40 anos, sendo um homem e uma mulher, ambos não faziam parte do grupo de risco. Uma idosa de 103 anos, também sem comorbidades, faleceu em um hospital particular de Cuiabá. As outras vítimas tinham entre 53 e 83 anos.

Em Cuiabá tem 344 pacientes com Covid-19 internados, sendo 207 na UTI e 137 em enfermaria. Também estão internados 172 pacientes com suspeita da doença, sendo 76 na UTI e 96 em enfermaria. Do total de pessoas internadas em UTI, 170 são moradores de Cuiabá e 113 de outros municípios.

Coronavírus em crianças

De forma geral, as crianças costumam ser assintomáticas ou apresentar apenas sintomas leves como um quadro gripal, com tosse, coriza e febre (que acontece em cerca de metade dos casos).

Porém, as crianças podem ter sintomas um pouco mais graves como desconforto respiratório e falta de ar.

Uma pesquisa divulgada pela revista médica “Lancet” analisou que menos de 0,1% das crianças infectadas evoluíram para casos mais graves.

Foram avaliadas 7.780 pacientes com Covid-19 em 26 países (EUA, China e países europeus). Embora 59,1% das crianças e adolescentes analisados tivessem apresentado febre e 55,9%, tosse, 19,3% deles eram assintomáticos. Apenas 0,14% desenvolveram a síndrome inflamatória multissistêmica, a complicação da Covid-19 que atinge as crianças. Sete morreram.

Pacientes com problemas de imunidade, doenças respiratórias e cardíacas compuseram o maior grupo das crianças afetadas e 5,6% tiveram outras infecções associadas.

Fonte | G1

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