Wilma Paulino contou que teve que fugir depois de participar de um evento na capital paulista para escapar das cobranças e pressões dos organizadores

Wilma Paulino, de 20 anos, vencedora do Miss Pará 2019, revelou um esquema de prostituição de luxo em São Paulo. Ela acusa a direção do concurso e afirma que foi enganada e assediada para se tornar garota de programa. As informações são da Record TV.

A modelo usou suas redes sociais para expor o esquema e contar o que presenciou depois de conquistar o título. “Eu fui insultada, fui humilhada, tive traumas e sofri pressões psicológicas”, afirma. Wilma era candidata do município de Itaituba e se inscreveu no concurso com o objetivo de representar o estado no Miss Brasil.

A miss relatou que pagou cerca de R$ 5 mil aos coordenadores do concurso para serem gastos com cursos de modelo, ensaios fotográficos e patrocínios. Mas, de acordo com ela, nada disso aconteceu. Wilma conta que, em vez disso, foi coagida para ser acompanhante de luxo em troca de contratos na área da moda.

“Eu fiquei muito desconfortável nessa situação. Para uma mulher é muito complicado ser convidada sabendo que tudo aquilo vem com um interesse por trás”, afirma. No relato Wilma contou que teve que fugir depois de participar de um evento na capital paulista para escapar das cobranças e pressões dos organizadores.

Após o relato público, Wilma recebeu o apoio de várias jovens e modelos que já passaram pelas mesmas situações e pelas mãos dos mesmo empresários.

Um dos organizadores do Miss Pará, Herculano Silva, de 74 anos, se manifestou nas redes sociais negando as acusações. Os outros dois coordenadores Caiã Lobo e Mauro Ferreira, não quiseram se manifestar.

Fonte | R7

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