Explodir a estação de energia e liberar presos da cadeia. Esta era a intenção de Lumar Costa da Silva, 28 anos, responsável por matar e arrancar o coração da própria tia, Maria Zélia da Silva Cosmos, 55 anos, no dia 02 de julho deste ano, em Sorriso (420 quilômetros de Cuiabá). No dia do crime, ele roubou um carro e o jogou em um local que pertence a Energisa. “Eu ia fazer uma revolução”.

“Eu ia fazer revolução com o carro. Queria explodir a estação, apagar a luz, abrir a cadeia e soltar todo mundo, soltar o ódio. O universo foi falando para mim, tem que fazer assim, assim, assado. Eu não estava fazendo o mal, estava fazendo o bem. Tem que purificar, é muita maldade que está aqui”, disse o homem em entrevista á imprensa.

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Após pegar um veículo (Citroen C3), Lumar saiu pela cidade e jogou o carro em um transformador de energia, após invadir o terreno da empresa Energisa. Ainda no local, o suspeito tentou colocar fogo no automóvel. Na sequência, ele seguiu a pé até a ser abordado pela Polícia Militar, na Rua das Videiras, bastante transtornado.

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Segundo os militares, o suspeito reagiu e foi necessário uso progressivo e moderado de força física, com técnicas de imobilização, e ainda reforço policial.

Lumar ainda contou sobre a briga que teve no mesmo final de semana do crime, com vizinhos da rua. “Na sexta-feira, o mesmo dia que eu cheguei, tinha um rapaz com tornozeleira. Ele me encarava, olhava, cuspia no chão. Peguei um facão e chamei ele para a briga. Falei, vamos se matar aqui no meio da rua mesmo, já que você é machão. Quem sobreviver ganha. Ele correu”.

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Na mesma entrevista à imprensa, Lumar confessou ter matado a tia e arrancado o coração porque “ela mereceu morrer”. Ao relatar os detalhes, ele disse que estava sob efeito de droga (LSD) e sorria sempre que se lembrava do crime.

Fonte | Olhar Direto

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