Acidade de Omaui, localizada no extremo sul da Nova Zelândia, debate uma proposta polêmica que causou a revolta de donos de gatinhos em todas as partes do planeta: o conselho regional do munícipio planeja estabelecer um plano para “banir” os gatos da região nos próximos anos.

De acordo com os defensores da proposta, os felinos domésticos seriam cadastrados com um microchip e monitorados. Os donos dos animais ficariam proibidos de ter novos gatinhos em suas casas. Assim, a diminuição natural da população com o passar do tempo impediria a presença dos bichanos na cidade.

A justificativa para a medida seria a preservação das espécies que vivem na região, como as aves que costumam ser caçadas pelos gatos. A proposta, que deverá ir à votação em outubro e faz parte do “plano de pragas”, causou revolta entre a comunidade.

Em Auckland, capital do país, também há planos de “controle” dos gatinhos. Animais capturados em reservas ambientais e que não tivessem um microchip seriam sacrificados para evitar que eles se tornassem predadores das espécies naturais do país.

Os gatos domésticos foram introduzidos na Nova Zelândia no século 19. Com o aumento populacional da espécie, alguns animais ficaram ameaçados: de acordo com pesquisadores, o pássaro conhecido como carriça de Lyall foi extinta por conta da atividade predatória de gatos selvagens.

Documentários mostra a vida dos gatos de Istambul (Foto: Divulgação)
Fonte | Galileu

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