Daniela Caetano Brito disse que suspeito de ter sido contratado para matá-la telefonou e disse que não a executou porque o marido dela estava no carro dela, mas que era para ela parar com processo, se não outras pessoas fariam o ‘serviço’

Ameaças de morte contra a advogada Daniela Caetano Brito, que atua em São Félix do Araguaia, a 1.159 km de Cuiabá, estão sendo investigadas pela Polícia Civil. A advogada disse que foi ameaçada por telefone por causa de um processo no qual atua.

A vítima disse que advoga nesse processo há nove anos e depois de executar uma medida judicial foi ameaçada por telefone.

“Passei nove anos tentando adquirir o direito de uma cliente e ela ganhou a causa. Ela tinha sido ameaçada de morte e tinha medida protetiva. Fui executar a medida judicial porque a representava e fui ameaçada”, contou.

Ela disse ter recebido uma ligação de uma pessoa que disse ter sido contratada para matá-la.

“Ele me disse que não tinha feito o serviço (execução) porque quem estava no meu carro era o meu marido, mas que era para eu me afastar do caso, se não outras pessoas poderiam fazer o ‘serviço'”, relatou a advogada.

Depois da ameaça, Daniela prestou queixa à Polícia Civil do município e disse ter tomado algumas medidas para garantir a segurança dela. “Continuo atuando, mas agora com cautela”, disse. Ela instalou câmeras de segurança e cerca elétrica e anda com segurança particular.

Além de Daniela, a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT) diz que outro advogado que atua no interior do estado tem sido ameaçado e pediu apoio da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp).

O outro advogado é José Francisco Pascoalão, que trabalha em Terra Nova do Norte, a 648 km de Cuiabá.

Fonte | G1

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