Para irem até escola, crianças têm que atravessar ponte a pé. Secretaria disse que enviará equipe técnica ao local.

Um desvio foi feito pelas autoridades, no entanto, as últimas chuvas derrubaram as estruturas e arrastaram manilhas usadas no trajeto. Moradores que vendem leite não conseguem escoar a produção porque o caminhão que transporta o produto não consegue mais passar pela rota, onde está a ponte quebrada.

A opção é pegar outro caminho que aumenta até 15 km o trajeto. Para que os alunos da comunidade rural não percam aula e o ano letivo, foram tomadas medidas perigosas: um ônibus que leva as crianças deixa o grupo em um lado da ponte. Os alunos atravessam a pé, correndo risco de vida, até o outro lado da ponte, onde outro veículo continuará o trajeto até a escola.

O caminho é usado por moradores e crianças das comunidades Banco de Terra, Santo Expedito, Boroaba, Grota Vermelha, Santa Luzia e Canta Galo.

Em nota, a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Sinfra) disse que enviou uma equipe técnica até o local e está buscando uma parceria com a Prefeitura de Rondonópolis para solucionar o problema.

Fonte | G1


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