O advogado Dauto Passare protocolou, nesta semana, sua candidatura à vaga de desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, pelo Quinto Constitucional da advocacia. O ato foi realizado na sede da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) e marca o início oficial de sua participação no processo que definirá o novo integrante da Corte.
Com mais de 25 anos de experiência na advocacia, Passare construiu uma trajetória sólida, marcada pelo exercício profissional, pela dedicação acadêmica, pela docência e pelo engajamento institucional. É mestre em Direito e doutor pela Universidade Autónoma de Lisboa.
Ao longo de sua carreira, Dauto Passare sempre se destacou pela defesa das prerrogativas da advocacia e pela valorização da justiça. Sua candidatura busca levar ao Tribunal de Justiça a vivência prática adquirida no exercício da profissão, aliada ao conhecimento acadêmico e ao compromisso com a sociedade.
“Coloco meu nome à disposição no Quinto Constitucional com a convicção de contribuir para um Judiciário mais próximo, eficiente e moderno. A experiência de mais de duas décadas na advocacia me ensinou a importância de um tribunal que compreenda os desafios do cidadão e da própria classe, sem perder de vista a segurança jurídica e o fortalecimento das instituições”, afirmou.
O Quinto Constitucional é um instituto previsto na Constituição Federal que assegura a participação de advogados e membros do Ministério Público na composição dos tribunais, garantindo maior pluralidade e representatividade no Judiciário. O processo é conduzido pela OAB-MT, que formará uma lista sêxtupla a ser enviada ao Tribunal de Justiça. Em seguida, os desembargadores reduzem a lista a três nomes, cabendo ao governador do Estado a nomeação do novo desembargador.
Para Dauto Passare, trata-se de um momento decisivo não apenas para sua carreira, mas também para a advocacia de Mato Grosso:
“Minha proposta é contribuir para um Judiciário acessível, técnico e comprometido com a realidade social. Entendo que a experiência da advocacia pode enriquecer as decisões da Corte e fortalecer ainda mais a confiança da sociedade na Justiça”, completou”.









