Vacinação sem medo: transforme o momento em uma experiência tranquila



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Medo pode estar ligado à dificuldade de entender importância da vacinação e à expectativa da dor; diretor médico da Saúde Livre Vacinas destaca estratégias para tornar o momento mais leve 

O medo das vacinas ainda é uma realidade para crianças, adolescentes e até adultos. A ansiedade diante da agulha pode gerar resistência e desconforto, mas esse receio pode, e deve, ser trabalhado para garantir a proteção contra doenças potencialmente graves. Entre o público infantil, o impacto é ainda mais preocupante: dados do Anuário VacinaBR 2025, do Instituto Questão de Ciência (IQC) com apoio da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e parceria do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), mostra que nenhuma vacina infantil atingiu as metas do Programa Nacional de Imunizações (PNI) em todos os estados em 2023, apesar da leve recuperação iniciada em 2022.

“Embora seja muito comum, especialmente entre crianças, o medo da vacinação costuma estar ligado à dificuldade de entender sua importância e à expectativa da dor. Nesse cenário, os pais e responsáveis desempenham um papel essencial, pois são eles que ajudam a criança a se sentir segura”, destaca o Dr. Fábio Argenta, sócio-fundador e diretor médico da Saúde Livre Vacinas, rede especialista em imunização.

A influência do comportamento dos adultos, inclusive, é um dos fatores mais relevantes. Para o Dr. Fábio Argenta, crianças tendem a reproduzir reações observadas, o que torna fundamental que pais demonstrem tranquilidade e confiança. 

“Dar o exemplo ao se vacinar contribui para naturalizar o processo e reduzir o medo. Uma alternativa complementar é escolher ambientes que respeitem esse momento com o acolhimento que a situação exige, nas unidades da Saúde Livre Vacinas, por exemplo, aplicamos técnicas de distração com conversa direcionada e linguagem adequada à idade, estímulos visuais e recursos lúdicos, especialmente no público infantil. Além disso, incorporamos métodos modernos de controle da dor, como a colo analgesia (posicionamento no colo dos pais para gerar conforto e segurança), e mamalgesia, que é a amamentação no momento da vacinação. Além disso, também incluímos o uso de estímulos frios no local da aplicação, e dispositivos como o PikLuc e o Buzzy, que combinam vibração e frio para reduzir a percepção dolorosa”, aconselha.

Ainda que a “picadinha” seja inevitável em muitos casos, existem formas de lidar melhor com esse momento, tanto para crianças quanto para adultos, tornando a experiência mais leve e tranquila. A seguir, confira as dicas que o Dr. Fábio preparou para tornar a vacinação mais leve: 

1. Invista em ambientes acolhedores

Busque por laboratórios e clínicas que ofereçam espaços pensados para o público infantil, como brinquedotecas ou áreas com jogos e cores alegres. 

“Ambientes mais descontraídos ajudam a reduzir a ansiedade e tornam a experiência da vacinação menos intimidadora para as crianças.”, indica o Dr. Fábio. 

2. Use a distração a seu favor

Uma das estratégias mais eficazes para tornar a vacinação mais tranquila é distrair a atenção. Para crianças, pode ser um brinquedo ou uma historinha; para adolescentes, música; e para adultos, uma conversa sobre outro assunto. 

“Redirecionar o foco ajuda a reduzir a percepção da dor e o estresse do momento”, explica o diretor médico.

3. Pratique técnicas de relaxamento

Respiração profunda, contagem, meditação rápida ou outras técnicas de relaxamento podem ser aplicadas por crianças, adolescentes e, principalmente, pelos adultos antes e durante a vacinação. 

“Esses métodos ajudam a diminuir a tensão muscular e promover uma sensação de segurança e bem-estar”, sugere. 

Sobre a Saúde Livre Vacinas

Fundada em 2012, em Lucas do Rio Verde (MT), pelo casal Dr. Fábio Argenta, cardiologista, e a Dra. Rosane Argenta, dentista, a Saúde Livre Vacinas é uma rede especialista em imunização com clínicas focadas no que há de mais moderno nos cuidados com a prevenção à saúde de doenças imunopreviníveis. A empresa conta com vacinas para todas as faixas etárias, ou seja, para bebês, crianças, adolescentes, adultos, idosos e vacina ocupacional.

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