A última atualização dos órgãos de previsão climática do mundo, incluindo a Noaa (Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) e o Iri (Instituto Internacional de Pesquisa Climática da Universidade de Columbia), mostram que o fenômeno climático “La Niña” ganhou mais força do que o esperado inicialmente.
Segundo os institutos, a anomalia de temperatura da superfície do Oceano Pacífico em sua faixa equatorial, região conhecida por Niño 3.4, está em torno de 1,5°C abaixo da média, o que indica a uma forte intensidade.
No Sudeste, o principal impacto fica para as temperaturas que devem ficar levemente abaixo do normal, esse tipo de fenômeno climático não trás um impacto direto para chuva na região, mas a La Niña também faz com que mais Zonas de Convergência do Atlântico Sul se formem, por conta da nebulosidade, a temperatura diminui, só que mais nuvens nem sempre significa mais chuva.









