Filha disse ter conseguido vaga para o pai depois da terceira decisão judicial. Secretaria Estadual de Saúde alegou que as decisões determinando a transferência de pacientes para a UTI são cumpridos.

Quatro pessoas morreram neste mês no Pronto-Socorro de Cuiabá enquanto esperavam vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da unidade de saúde.

A filha de um dos pacientes que morreram explicou que o pai recebeu o diagnóstico de um tumor no cérebro, após sofrer uma queda quando seguia para Guarantã do Norte, a 721 km de Cuiabá, para visitar a família.

Vanessa Carvalho contou que os primeiros atendimentos após a queda foram realizados no município, no entanto, devido ao tumor, a família buscou uma vaga na UTI, que foi liberada para o atendimento após a terceira liminar dada pela Justiça.

“Ele só foi conseguir um quarto na UTI depois da terceira liminar dada pela Justiça”, afirmou.

Segundo a defensora pública Synara Gusmão, depois da determinação judicial, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) é informada. No entanto, a informação foi de que não havia vagas.

“Nós entramos em contato com a secretaria, mas eles nos repassaram a informação que não existe vagas naquele momento”, disse.

A Secretaria Estadual de Saúde alegou que, quando não tem vaga disponível no local, os pacientes são encaminhados para hospitais públicos ou privados para atendimento.

Fonte | G1

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