O vice-presidente do Conselho Regional de Economia de Mato Grosso (Corecon-MT), Fernando Tadeu de Miranda Borges, foi o convidado do Brasil para estar no Conversatório promovido pela Universidade Rafael Urdaneta, da Venezuela, com apoio da Câmara do Comércio da Venezuela e da Academia de Ciências Econômicas do Estado de Zulia. A atividade online ocorreu de maneira virtual com a participação de nove países convidados da América Latina. A iniciativa e a coordenação foram da Profa. Dra. Patrícia Guilleazeau.

O economista de Mato Grosso abordou o tema envolvendo “O Rebote econômico da economia brasileira de 2021 em relação a 2020”. O evento virtual foi nesta quarta (06). Para Fernando Tadeu, que também faz parte do quadro docente da Faculdade de Economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atuando na Pesquisa e na Extensão, a oportunidade de estar no conversatório foi importante pelo fato de promover uma reflexão mais aprofundada dos aspectos econômicos vividos pelos brasileiros nos últimos anos. Na economia, conforme Fernando Tadeu, rebote econômico significa uma pequena reposição de atividades anteriores, sem de fato trazer crescimento e desenvolvimento econômico e social, e o conversatório uma forma de o Brasil aproximar-se mais da América Latina.

A iniciativa, segundo o vice-presidente do Corecon, estreita as relações latino-americanas, que viviam um rebote cultural; fortalece a reflexão e sinaliza a tentativa de um novo recomeço.

Para a economia em geral, recuperação significa que a atividade econômica aumentou de níveis, podendo ser chamada de recuperação após a crise experimentada. Uma recessão é definida pelos economistas como dois trimestres consecutivos sem crescimento econômico. E as recessões são parte do ciclo econômico que consiste de expansão, pico, recessão, depressão e recuperação. Todas essas questões foram refletidas e dissecadas no conversatório.

Ao concluir a entrevista, Fernando Tadeu, estudioso da economia brasileira disse:

“Ter sido convidado para falar sobre o rebote econômico brasileiro de 2021 em relação à 2020, na Venezuela, me fez rever as ideias de crescimento e desenvolvimento econômico e social. O rebote de 2021 não foi suficiente para aliviar as perdas da década de 2010 e, além disso, temos de ser criativos para enfrentar 2022 e os anos que virão pela frente. O importante é que parece que despertamos enquanto América Latina para uma discussão conjunta”.

Via | Assessoria
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