Jataí, Mirim, Uruçu, Mandaçaia jandaíra e manduri. Estamos falando de algumas espécies de abelhas, mais propriamente de abelhas sem ferrão. Apenas uma introdução para falarmos de uma dentre as muitas ações desenvolvidas pela Prefeitura Municipal de Alta Floresta por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Trata-se do projeto do Meliponário Municipal uma iniciativa dedicada à produção de mel com abelhas meliponas e ou popularmente abelhas sem ferrão nativas do Brasil, um setor que tem se desenvolvido e subsidiado produtores da agricultura familiar.

Hoje o Meliponário Municipal de Alta Floresta, segundo a Secretária Gercilene Meira e o diretor de Desenvolvimento Sustentável da Secretaria José Alesandro Rodrigues, tem a capacidade para 300 colmeias (casa das abelhas) e realiza um bonito trabalho que visa a multiplicação nas comunidades, entre os produtores rurais, das colmeias dessas abelhas cujo mel vem ganhando espaço no município, tanto pelo seu agradável paladar como pelas características medicinais, sem contar a renda extra que o setor agrega ao produtor e até mesmo o enriquecimento dos pomares frutíferos pela polinização patrocinado por elas quando colhem o néctar nas flores para a produção do mel.

Atualmente a Secretaria de Meio Ambiente oferece curso para aqueles que queiram iniciar com o trabalho de criação e multiplicação de colmeias melíponas. Os interessados devem procurar a Secretaria, fazer a inscrição, passar por uma capacitação e então recebem entre quatro ou cinco caixas e a partir de então poder multiplicar a sua criação ou seja formar novas colmeias.

No último dia 24 de maio, na Chácara Esteio a professora Carmen Wobeto da UFMT, Campus de Sinop, que é parceira nesse projeto e também ministra cursos de capacitação aos produtores levou 10 caixas de abelhas produzidas no nosso meliponário para uma troca de genética.

Em Alta Floresta trabalha-se com a espécie Uruçu Boca de Renda.

Via | Assessoria
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