Em uma das visitas de monitoramento das condições de escolas da região do Araguaia, o deputado estadual Henrique Lopes, constatou mais um episódio de descaso com a Educação. Em Alto da Boa Vista, onde esteve em 7 de novembro, os professores e estudantes relataram que por conta da necessidade de reforma, o forro da Escola Estadual João Rezende de Azevedo, é constantemente infestado por ratos, morcegos e insetos.

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Para Henrique, é como se o Poder Público estivesse “brincando com a vida” dos estudantes e profissionais da Educação. “Temos vistoriado muitas escolas em condições críticas no Araguaia, precisando de reformas urgentes, não por questão estética, mas pelo risco do teto desabar, por exemplo. Precisamos de Políticas Públicas para Educação. É uma questão de respeito”, alertou.

Em ofício que será encaminhado em forma de indicação para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), o diretor da Escola Estadual João Rezende de Azevedo ainda explicou que a cozinha da unidade está com infiltração, expondo os trabalhadores da nutrição escolar ao risco de curto circuito.

Outros ambientes como sala dos professores, secretaria e coordenação ficam alagados quando chove. A direção ainda ressaltou o risco de desabamento no bloco destinado a salas de aula e informática.

“A escola literalmente está pedindo por socorro. É inadmissível que essas situações não sejam de conhecimento do Executivo. Nossas escolas estão pedindo socorro. Mais grave ainda é a possibilidade de retorno presencial em unidades que não possuem condições sanitárias para tal”, afirmou Henrique.

Fiscalização no Araguaia

Entre 2 e 6 de novembro, o parlamentar visitou mais de 15 escolas, localizadas em Vila Rica, Confresa, Porto Alegre do Norte, Canabrava do Norte, Ribeirão Cascalheira, Canarana, Alto Boa Vista, Água Boa e Campinápolis. Desde que tomou posse na Casa, em 30 de setembro, Henrique adotou como forma de trabalho um Mandato Itinerante para monitorar a situação da Educação no interior de Mato Grosso. No total, já foram mais de 30 escolas visitadas.

O parlamentar também ressaltou a questão de investimento em computadores e materiais pedagógicos, por exemplo. Muitas das salas de informática das escolas estão equipadas com computadores que sequer ligam.

“A maioria das demandas é referente a questão estrutural das escolas e isso é algo muito grave. São prédios funcionando com rachaduras profundas, na eminência de um desabamento. Alguns foram interditados ou reprovados em avaliação da Vigilância Sanitária, ou seja, estão insalubres”, avaliou.

Fonte | Assessoria
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