Preocupação do ministério é que a dispersão da praga possa trazer grandes prejuízos econômicos, já que pode causar danos também em outras frutas como goiaba, acerola, tangerina, caju e pitanga

A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informa a captura, no dia 5 de agosto, de um exemplar da praga Bactrocera carambolae (mosca-da-carambola), na sede do município de Boa Vista (RR).

A preocupação do ministério é que a dispersão do inseto possa trazer grandes prejuízos econômicos. Isso ocorre porque a praga causa danos não apenas na carambola, mas em outras frutas como goiaba, acerola, tangerina, caju e pitanga, entre outras.

De acordo com o Mapa, a mosca-da-carambola é considerada uma praga quarentenária presente, o que significa que tem importância econômica potencial para a área em perigo que não se encontre amplamente distribuída e está sob controle oficial.

A mosca-da-carambola ocorre nos estados do Amapá, Pará e Roraima, onde, até o presente momento, se encontra sob controle oficial e restrita aos municípios de Alto Alegre, Amajari, Bonfim, Normandia, Uiramutã e Pacaraima.

Apesar das restrições de deslocamento impostas pela pandemia para Covid-19, as ações de prevenção e controle da praga permaneceram sendo executadas e a detecção de apenas um exemplar macho, em armadilha localizada próximo a um local de grande movimentação de veículos e fluxo de pessoas evidencia a eficiência das ações de monitoramento realizadas pela Superintendência Federal de Agricultura do Mapa- SFA/RR e Agência de Defesa Agropecuária do Estado de Roraima (ADERR).

Seguindo o protocolo estipulado pelo programa oficial de controle da praga, medidas adicionais de controle e monitoramento foram imediatamente implementadas e até o presente momento, não houve registro de novas capturas no local e em suas proximidades.

A origem do exemplar detectado ainda se encontra em processo de investigação e eventuais medidas adicionais de controle do trânsito de vegetais hospedeiros da praga poderão ser adotadas posteriormente, caso se evidencie o risco de dispersão para outras unidades da federação.

Fonte | Assessoria MAPA  Foto | Embrapa

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