O  título de 2020 foi concedido pelo Guinness Book

Minas Gerais está mais uma vez no Guinness Book. Nessa quarta-feira (15/07), a  chapa de fígado com jiló do Festival Cultural do Mercado Central feita em 2018, foi considerada a maior do mundo. A proeza é fruto do emprenho de 12 chefs de Belo Horizonte. A chapa, com 16 metros de extensão, só garantiu o título neste ano (2020). Ela foi montada na avenida Augusto de Lima, e operada por dezenas de chefs, contando também com a participação de alunos e professores do curso de Gastronomia do Centro Universitário Una. 

A professora da Una Rosilene Campolina foi a única chef mulher a participar da chapa. “Foi uma sensação de orgulho e ao mesmo tempo de responsabilidade, porque representei o segmento feminino dentro da gastronomia, que muitas vezes é esquecido. Tive que ‘dar conta do recado’ por estar ao lado de vários outros chefs que são grandes nomes da gastronomia”, conta.

Um dos principais pontos para conquista do título, era valorizar a cultura e a gastronomia local, fomentando o uso de ingredientes regionais, como explica o chef Michel Douglas Duda, que participou do evento ainda enquanto aluno. “Foi uma sensação maravilhosa, senti que além de representar nosso país, estava valorizando meu estado, minha cultura e minhas raízes através da gastronomia. Hoje, vejo como grande importância, pois conquistamos com um recorde muito difícil de ser quebrado, porque pra mim não são só números, trata-se da valorização da cultura alimentar do nosso berço que é Minas gerais”, diz.

Para os especialistas, o título de maior chapa de fígado com jiló do mundo concedido pelo Guinness Book gera reconhecimento profissional e da cultura local, uma vez que cria uma repercussão mundial, proporcionando uma posição de abertura, potencializando o turismo, fomentando a economia e valorizando ainda mais a gastronomia mineira. “Enquanto docente, avalio o reconhecimento como uma forte referência para os alunos, mostrando-os como algo ‘nosso’, genuíno, que muitas vezes é popular, mas pode se tornar sofisticado”, completa Rosilene.

Nomes da gastronomia mineira, como Flávio Trombino (Xapuri), Edson Puiati (Coordenador do curso de Gastronomia Una), Eduardo Avelar (Territórios Gastronômicos), Rosilene Campolina (Docente na Una e administradora do portal Chef a Chef), Marcos Proença (Patorroco), Jaime Solares (Borracharia), Ivo Faria (Vecchio Sogno), Rodrigo Zarife (Ro.ZA Gastronomia), Ilmar Antônio de Jesus (Casa Cheia), Valdez Maranhão (Buteco do Maranhão), Ronaldo Marques da Silva (Bar Fortaleza) e Wellington Paulo Nunes (Bar da Lora), foram os chefs responsáveis pela chapa.

Fonte | Assessoria

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