No sábado (9) chegou a 38%, sendo o segundo pior do país, perdendo apenas para Goiás, que teve 37% de isolamento.

O índice de isolamento social para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus em Mato Grosso chegou a 41,7% no domingo (10) e foi um dos piores no país.

O levantamento é feito pela empresa de tecnologia In Loco, que tem feito um acompanhamento nacional sobre o assunto, com base em dados de 60 milhões de brasileiros, usuários de vários aplicativos de smartphones.

Até esta segunda-feira (11), Mato Grosso registrou 19 mortes. O último balanço divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) apontou 519 casos de Covid-19 em Mato Grosso.

De acordo com o levantamento, o índice não ultrapassou pouco mais de 40% na última semana em Mato Grosso. No dia 4 de maio o índice estava em 39,3%. No dia 5, 38%, e ficou em 39% entre os dias 6 e 7.

Já na sexta-feira (8) o índice caiu para 37%. No sábado (9) chegou a 38%, sendo o segundo pior do país, perdendo apenas para Goiás, que teve 37% de isolamento.

Situação em Mato Grosso

Os servidores do governo de Mato Grosso retornaram ao trabalho em carga horária diária para oito horas a partir desta segunda-feira (11), em escala de revezamento, conforme decreto publicado na sexta-feira (8).

O revezamento de servidores públicos em escala de dias alternados foi adotado desde março e se estendeu após o novo decreto.

As aulas presenciais nas escolas e universidades públicas e privadas de Mato Grosso continuam suspensas por tempo indeterminado, segundo a Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Já o retorno das aulas na rede municipal de Cuiabá está previsto para o dia 18 deste mês.

O comércio de Cuiabá e Várzea Grande foi reaberto no dia 27 de abril após decretos municipais flexibilizarem as medidas de combate ao novo coronavírus. As atividades comerciais da capital estavam suspensas desde o dia 23 de março. Já da região metropolitana desde 26 de março.

Pesquisa

A tecnologia da In Loco é embarcada em aplicativos de parceiros e clientes (bancos e grandes varejistas, por exemplo). Os usuários que voluntariamente instalam esses softwares podem ou não permitir a coleta de dados pela In Loco, que informa claramente as finalidades previstas na sua política de privacidade.

A única informação coletada é a localização dos celulares, que é utilizada para fins de autenticação e verificação de segurança e antifraude, além de contagem de visitas em determinados estabelecimentos.

“Toda essa captação é feita sem identificar as pessoas. A tecnologia da In Loco foi desenvolvida de forma a não coletar dados de identificação civil, como nome, RG, CPF e e-mail”, explicaram representantes da empresa. Os dados anônimos de localização coletados são agregados e transformados em estatísticas que são compartilhadas com órgãos públicos.

Fonte | G1

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