Segundo Polícia Civil, suspeita foi presa e confessou ter matado a jovem por causa de ciúmes.

A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (14), Inglide Rose Tavares de Moura, de 26 anos, pelo homicídio da adolescente Nayara Xavier, de 17 anos, em Goiatuba, no sul de Goiás. A vítima foi achada sem vida na casa onde morava com o namorado. Ela estava amordaçada e com as mãos amarradas. Segundo a corporação, a jovem é ex-mulher do companheiro da adolescente e confessou ter cometido o crime por ciúmes.

“Na data de ontem [segunda-feira (13)], por volta das 19h30, a autora foi a até a residência da vítima. […] Após uma discussão, Inglide, fazendo uso de uma faca, golpeou o pescoço e amarrou as mãos da vítima para trás com uso de fita adesiva, usou a mesma fita para tampar a boca da vítima e ainda colocou um saco plástico na cabeça [da adolescente]”, explicou o delegado Parick Carniel, que investiga o caso.

Inglide Rose, de 26 anos, foi presa suspeita de matar Nayara Xavier, de 17 (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Inglide Rose, de 26 anos, foi presa suspeita de matar Nayara Xavier, de 17 (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Segundo ele, a vítima estava morando na casa do namorado e foi encontrada por ele, já sem vida, por volta de 23h no mesmo dia. Após o crime, a Polícia Civil foi acionada e, no decorrer das investigações, chegou até Inglid.

“Em seu primeiro interrogatório, que ocorreu na manhã de hoje, [a presa] negou ter ido até a residência ou qualquer participação no crime. Após policiais civis realizaram várias diligências, e apresentarem os resultados à investigada, comprovando que a versão dela não teria sustentação em razão das contradições, Inglide confessou o crime e deu detalhes de como aconteceu”, completou Patrik.

Também conforme o delegado, a mulher teve a prisão temporária – de 30 dias – decretada pela Justiça e está detida. Nesse período, a Polícia Civil deve concluir as investigações, mas o Patrik adiantou que ela deve ser indiciada pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe e por impossibilitar a defesa da vítima. Se for condenada, pode ficar presa por até 30 anos.

Fonte | G1

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