As 3 principais coligações apresentam quais os nomes têm chances de vitória

Os palanques dos candidatos a governador Mauro Mendes (DEM) e Wellington Fagundes (PR) devem eleger entre 3 e 4 deputados federais cada. Já a coligação do governador Pedro Taques tende a ficar, no máximo, com duas cadeiras.  Dois oito, apenas quatro buscam a reeleição, sendo eles Carlos Bezerra e Valtenir Pereira, ambos do MDB, Ezequiel Fonseca (PP) e Victório Galli (PSL). Estão de fora os deputados Ságuas Moraes (PT), Fábio Garcia (DEM), que entrou na primeira-suplência da chapa de Jayme Campos ao Senado, e Nilson Leitão (PSDB) e Adilton Sachetti (PRB), os dois concorrentes a senador.

[Rodinei Crescêncio]

Quadro federais

Os 3 principais palanques, com Mauro Mendes, Wellington Fagundes e Pedro Taques e alianças na disputa à Câmara

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Ex-prefeito sinopense Juarez Costa, uma das apostas do MDB à Câmara no chapão com mais 5: DEM, PDT, PSD, PSC e PMB

Este Blog apurou, com base nas estruturas de campanha, visibilidade, no arco de alianças e nos históricos dos candidatos, que, dentro de uma projeção para quociente eleitoral de 160 mil votos, o chapão pró-Mauro, com seis partidos (DEM, MDB, PDT, PSD, PSC e PMB) tem chances reais de assegurar até quatro cadeiras. Por outro lado, a coligação PHS e PTC, que também está com Mauro, não vai eleger ninguém. Pelo DEM, a maior aposta é o deputado estadual Adriano Silva. O MDB possui três nomes competitivos, os já federais Valtenir Pereira e Carlos Bezerra, e o ex-prefeito de Sinop Juarez Costa. Ainda conta com o vereador por Tangará da Serra, Rogério Silva. O PDT escalou a advogada Renata Viana e o vereador rondonopolitano Fábio Cardozo. O PSD, sob pressão na direção nacional para eleger ao menos um federal, conta com o ex-prefeito de Confresa Gaspar Lazari e com o coronel Jorge Luiz, ex-comandante-geral da PM. O principal nome do PSC é do médico de Sorriso Marcos Harter, ex-participante do reality show BBB.

 No grupo de Wellington, o chapão com sete legendas (PP, PTB, PR, PRB, PT, Pros e PMN) estima também entre três e quatro vagas.

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Emanuelzinho figura entre principais do bloco de Wellington à federal num chapão com PTB, PP, PT, PR e PRB, Pros e PMN

No PP, concorrem com as maiores chances o já federal Ezequiel Fonseca e o ex-ministro da Agricultura Neri Geller. O PTB joga todas as fichas do jovem Emanuelzinho, filho do prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro. Pelo PR estão o ex-federal Eliene Lima e o professor José Bispo Barbosa. Enquanto o PRB escalou para a disputa a ex-senadora Serys Slhessarenko, o Pros conta com policial federal Rafael Ranalli e o empresário Adauto Tuim. O PMN tem na disputa o cabo Juliano Rabelo, que foi deputado federal por quatro meses em 2012. Já o PT concentra esforços na candidatura da ex-secretaria estadual de Educação Rosa Neide. Ainda pelo PT disputa Edna Sampaio. O Podemos concentra suas esperanças na candidatura à Câmara do hoje senador José Medeiros.

Os partidos da coligação de Taques se dividem em três proporcionais. E a expectativa é de, no máximo, alcançar duas cadeiras. A principal delas reúne PSDB, PPS, SD e PSB. Pela legenda tucana, os nomes mais destacados são do vereador sinopense Dilmair Callegaro, da professora Nicinha, de Várzea Grande, e de Vander Masson, candidato derrotado a prefeito de Tangará da Serra em 2016.

O PPS tem como candidato mais estruturado o ex-secretário estadual de Educação Marco Marron. E conta ainda com o sindicalista Gilmar Bruneto, o Gauchinho, e com o empresário Júnior Macagnam. O Solidariedade aposta no deputado estadual Leonardo Albuquerque. Desse chapão, as maiores chances de êxito nas urnas estão com Leonardo e Marrafon.

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Presidenciável Jair Bolsonaro, o candidato a deputado estadukal Elias Galli e o pai, o federal Victório Galli, os 3 do PSL

A outra coligação pró-Taques traz a tríplice-aliança PSL-Avante-Patriota. E apenas dois nomes são esperados como esperança de boa votação, a do deputado federal Victório Galli e do produtor rural de Itiquira Nelson Barbudo.

Mas, dificilmente esse bloco garantirá uma vaga, pois terá de alcançar pelo menos 160 mil votos. Nos bastidores, Galli tem dito que, com apoio dos fiéis da Assembleia de Deus e na onda da candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro, do seu partido (PSL), consiga superar os 100 mil votos. Mesmo que atinja essa meta, a soma dos votos dos demais concorrentes dos três partidos precisa bater nos 60 mil votos.

A outra chapa proporcional, com PRTB e DC, tem candidatos apenas para marcar posição.

Fonte | RD News

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