As obras para asfaltamento/recapeamento de 17 quilômetros das vias da região central da cidade, que começaram ontem (4), de forma mais intensificada, pela avenida Bandeirantes, logo após a rua Rio Branco, importantes diga-se de passagem, ocorreu sem planejamento do trânsito de veículos.

Ocorre que, com as obras, no trecho da Bandeirantes entre as ruas Rio Branco e Dom Pedro II, o restante da avenida ficou deserto e livre para a passagem de veículos que vinham pela Dom Pedro II, para conversão à direita, ou seguir em frente.
Porém, apesar do restante da avenida estar livre mediante as obras, os motoristas tiveram que aguardar no semáforo, desnecessariamente, sob ameaça de multa. Caso houvesse um planejamento antecipado, o semáforo e a fiscalização eletrônica poderiam ser desligados para uma otimização melhor do trânsito, que já é caótico no cruzamento.

 

No entanto, nem os agentes municipais de fiscalização estavam presentes neste primeiro dia de obras mais intensificadas. Isso constata, mais uma vez, a falta de capacidade da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Setrat) em organizar e gerenciar o trânsito na região central do município.

Também no dia 2 de outubro, os rondonopolitanos tiveram que ter muita paciência para enfrentar as principais vias de parte da região central de Rondonópolis. Naquele dia, desde o período da manhã, vias como as Ruas Dom Pedro II e Rio Branco e as Avenidas Tiradentes e Bandeirantes, além das transversais, ficaram com o tráfego de veículos travado em grande parte do tempo. O sinal dos semáforos abria, fechava e grande parte dos veículos ainda ficava parada em diversos cruzamentos, travando por completo o trânsito.

Os transtornos da falta de planejamento no trânsito ontem (4) foi devido ao começo das obras da Prefeitura de Rondonópolis, oriundas de um investimento de R$ 10,8 milhões de recursos do município para o asfaltamento/recapeamento de 17 quilômetros das vias da região central. De acordo com o prefeito Zé Carlos, este é o primeiro passo de um projeto de revitalização do centro de Rondonópolis.

“Nossa ideia é rejuvenescer o centro da cidade, dando vida à região. Então, começamos com o asfalto e vamos fazer a revitalização de forma gradativa, pois queremos que o centro não envelheça, mas continue sendo um local atraente para a população. Posteriormente, pretendemos realizar outras ações na região central”, disse o prefeito. Nas obras será utilizado o asfalto do tipo CBUQ, ou seja, o Concreto Betuminoso Usinado a Quente que dura no mínimo 10 anos.

Fonte | JornalATribuna

Foto | RobertoNunes

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